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sexta-feira, 26 de junho de 2009

1ª Amostra Nacional de Produção Audiovisual Independente


É o Circuito "TELA VERDE" que acontecerá de 01 a 10 de julho, o CURTA/SE, previsto para essa data, foi transferido para setembro.

Será que por NÃO ter selecionado o filme "A Eterna Maldição do Cacique Serigy", eles foram atingidos pela mesma?!

Não! A perrenga tem haver com o patrocínio da Petrobras, que não chegou ainda e talvez só tenhamos CURTA/SE em setembro.
Fonte: ProgCultBLOG

A Sociedade de Estudos Múltiplos Ecológicos e Artes em parceria com o Ministério da Cultura e o Ministério do Meio Ambiente apresentam o “Circuito de Filmes Ambientais Tela Verde”, nos dias 03 e 10 de junho, 01 e 10 de julho, na Sociedade Semear, sempre às 19 horas. A entrada é gratuita.
Abaixo seguem as sinopses dos curtas.

Sinopse


-“Antes que a casa caia – 13’37”
Pedras que rolam, pedras que voam, poeira, exposições, assustadoras rachaduras. Já imaginou morar perto de uma pedreira.

-“Roda viva – 13’16”
Há poucos anos atrás, a lagoa de Arararuana era “viva” e importante geradoras de riquezas. Contudo, a poluição, a construção civil desordenada e ações irresponsáveis do homem fizeram a bela água escurecer, afastaram os peixes e os turistas, e transformaram as salinas em grandes condomínios. Ainda existe esperança?

-“Rio... para não chorar- 11’03”
Em rios. Hoje “valões”. Sonhos de vida que terminaram por causa do mau cheiro, doenças e alagamentos. O homem age, a natureza reage, trás de volta a sujeira que queremos. O filme mostra as transformações que o homem faz na natureza e que acabam alterando sua própria vida.

-“Coisas impossíveis – 10’35”
O filme pesquisa a invasão das áreas de preservação ambiental em arraial do Cabo. O duelo entre os direitos de preservação e moradia é o que esta em jogo com ou sem juízo final. O que esta acontecendo com a APA da Massambaba e as belíssimas paisagens da Praia do Forno?

- “Outras Praias – 8’45”
Turistas são atraídos pelas incríveis praias de Arraial do Cabo e movimentam o balneário em épocas de alta temporada. No entanto o que acontece quando eles vão embora? O que existe na cidade além das praias.

-“Retrato – 5’21”
Sem precisar de palavras. O filme mostra a vida simples de um rapaz que participa do projeto “Guardião Ecológico” limpa a sujeira deixada na areia da prainha, em Arraial do Cabo.

- “Havia um tempo – 14’14”
Havia uma Búzios. Roda linda, folia de reis, assombrações, boitatás e lobisomens habitavam a aldeia de pescadores que deixou saudades. Embalados por antigas cantigas de trabalho da comunidade quilombola, o filme preserva historias, lendas e dificuldades de uma Búzios que se foi.

- “Pequenos Atos- 10’00”
As coisas têm peso, massa e cor. Tamanho, tempo, forma, textura, duração, densidade, cheiro, valor, consistência, profundidade, contorno, mesmo quando são jogadas no lixo. O que é meio ambiente? Em uma cidade que vive em função do turismo, o que acontece se a harmonia e a beleza natural não mais existisse?

- “Geribabel- 11’05”
Geribabel, muitas línguas, muitas opiniões, conflito! Nativos, novos moradores, lado esquerdo, lado direito, Geribá! Paraíso ou inferno? Casa simples, mansões, quiosques, poluição. Denuncie dinheiro e poder. Quem são os índios e os caciques desa aldeia? E Ravel ao pôr-do-sol.

- “Insuficiência- 10’02”
Os pescadores artesanais sentem-se desvalorizados e excluídos. Não conseguem competir com o poder financeiro das indústrias pesqueiras e convivem com o desenvolvimento da atividade petrolífera na região sem serem contemplados com investimentos em infra-estrutura de apoio a sua atividade.

- “A ponte- 9’47”
A poucos quilômetros da paradisíaca paria do Forte em Cabo Frio, existe uma realidade pouco conhecidas por aqueles que a visitam as belas paisagens da região. O investimento nos royaties de petróleo em infa-estrutura fez grandes melhorias na cidade, mas deixou de lado uma parte da população que é sempre esquecida.

- “Caminho do mundo- 10’10”
Com o aumento do turismo e o crescimento econômico da região através royalties de petróleo, o volume de lixo cresce consideravelmente, atraindo catadores de outros municípios que são expostas a piores condições de trabalho. O lixo é rico. O que fazer com ele. A construção de um aterro sanitária ou uma oficina de reciclagem seria a solução para todos os problemas? O que significa liberdade para você?

- “Do lado de Cá- 13’00”
O manguezal como moradia o rio como escoamento para o esgoto, o crescimento desordenado. A falta de peixe anunciando a falência de ecossistema. Num universo de desilusões na cidade do petróleo, pescadores têm na conscientização das crianças a sua única esperança.

- “Vento Corredor- 16’00”
O conflito entre a necessidade de moradia e os cuidados com a natureza insegurança de uma comunidade diante da possível perda de suas casas, próximas ao parque nacional Restinga de Jurubatiba

- “Perambulante- 9’00”
A cidade vista de dentro de um ônibus vendedores de balas, camelôs, migrantes, em busca de uma chance na “terra das oportunidades”

- “Além do que se vê - 12’00”
O que é meio ambiente? Na tentativa de responder esta pergunta, moradores da ilha da Conceição fazem uma reflexão sobre o futuro da pesca na Baía de Guanabara.

- “Quem foi que disse que no mar não tem peixe? - 14’00”
A visão dos pescadores artesanais na ilhada Conceição sobre as dificuldades que enfrentam. O desaparecimento do pescado devido á poluição o auto custo da manutenção e as despesas para pesca retratadas em depoimentos e imagens de pesca na Baía de Guanabara.

- “Procura-se – 12’00”
Aonde fica a praia? Procura-se uma praia que não existe mais. Uma comunidade de pescadores aterrada pela chegada da urbanização. A historia da ilha da Conceição contada através da memória efetiva de seus antigos moradores.

- “Apertando o mangue – 11’45”
O Rio é como sangue nas veias, o mangue, é o corpo. O mangue é o todo de uma vida” Nas palavras de um nativo, uma reflexão sobre o homem e a natureza numa cidade em crescimento.

- “Lá é mais fácil – 11’38”
Juventude, formação, identidade, O jovem da zona rural e o da zona urbana. Próximos e radicalmente distantes, eles falam de suas vivencias.

- “Mulheres do âncora – 15’22”
“Alegria entusiasmo. A felicidade é a preparação de um acontecimento”. Construtora civil , manicure, pescadora, mães. Elas são as mulheres do Âncora.

- “Vai Vendo”
A ponte construída para ser símbolo da evolução serve de moldura para a vida cheia de dificuldade dos moradores de rio das Ostras. A explosão demográfica a diminuição dos peixes do mar, o descuido com a natureza.

- “Encontro das águas - 12’40”
O rio é a mãe, o mar é o pai, pescadores de rio e mar se encontram. De uma lado um conhecimento adquirida pela experiência, o amor a natureza e a profissão, de outro, o baixo preço do peixe e os desmandos dos pescadores. E o futuro a quem pertence?

- “Mar Cigano – 14’00”
O avanço da maré. A invasão do mar. 102 casas perdidas. Qual a relação do homem com a natureza? O desequilíbrio visto como vontade de Deus como destino do homem.

- “Barra viva – 12’50”
A historia de um Barão. O fechamento de uma grande fabrica de farinha. Memória de épocas melhores em contrastes com a atual falta de perspectivas dos jovens. O desejo de transpor as dificuldades, a vontade de ir embora em busca de melhores condições de vida, o amor pela cidade

- “Maragado – 13’50”
Paixão de pescador é o mar. O mar da inspiração para a vida livre e imprescindível, marcada pelos temporais fora de hora. Muitos se aventuram ate as plataformas em alto mar, perdem redes, cruzam rebocadores, correm riscos. Mulher de pescador sofre.


- “Tabuaçu – 14’20”
Pelo poder de Deus a Terra gira. Idéias vagas de progresso sobrevoam a comunidade do Açu, sua terra e seu mar diante do fim de um mundo.

- “Lembra-te do dia de sábado 13’16”
Imensidão azul rompendo portas, invadindo canções levando infância com a fome de um moinho. Areia, escombros, olhos, beleza.

- “Maré Baixa – 9’14”
Qual o limite de exploração do homem sobre o planeta? A ganância, a especulação imobiliária cega, que não leva em conta o equilíbrio ambiental, esta progressivamente destruindo a maior fonte de riqueza da região: a lagoa de Ararun. Os pescadores de amarão e tainha precisão procurar outros meios de sobrevivência agora que estas espécies estão desaparecendo.

- “Sal da Terra – 10’42”
O salineiro teimoso assiste as salinas virando cidades e os barracões se decompondo. O sal pronto para ser retirado e sendo levado pela chuva ou substituído pelo concreto. A sabedoria de um solitário trabalhador com seus pés fundidos a salmoura revelam a tristeza de um previsível fim.


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