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segunda-feira, 12 de novembro de 2007

minha fonte imaginativa está secando!!!!

fonte imaginativa?! [só pensei em safadagem agora]
Abstraiam!! rsrs

Eu gosto de cinema, e tenho uma disciplina na faculdade chamada de “Criação Publicitária em TV e Cinema”. Caraca!!! eu amo cinema não consigo me considerar uma cinéfila pois não me acho com bagagem suficiente, ok que ninguém nunca tem o conhecimento total, mas tenho tanto que aprender... e tento viu?!

Pois é... estou chegando ao fim do meu curso de publicidade mais perdida do que cego em tiroteio, “QUAL VAI SER MINHA MONOGRAFIA?!? OU TEMA DE PROJETO DE CONCLUSÃO?!?! AHHHHHHHHHHHHHHHHHHH”

Estou assim sem rumo...

Provas, trabalhos, resenhas, pesquisas, falta de imaginação para fazer os spot’s, as peças, os colegas querendo um comer o fígado do outro, brigando pois sempre tem alguém se encostando... eu estou assim sem consegui render nada, minha fonte esse período está seca, sério! Não sei por que, hoje tive a sensação que esse período eu devia ater trancado... e só ficar trabalhando, mas não dá...sei lá está faltando alguma coisa nesse período. Putz está brabo, hoje realmente o dia não começou bem...

Comecei a escrever uma coisa e aqui estou eu me lamentando da vida..

PORRA NENHUMA!!!!

Vamos ao que vim fazer aqui, postar minha analise, na realidade a resposta de uma das questões da segunda avaliação da disciplina citada lá em cima no inicio do texto.

Basicamente a questão é, não com essas palavras, pois nem lembro o que está escrito no papel que o professor entregou acho que já perdi hehehehe.

Eu deveria descrever [e descrevi] uma cena ou seqüência do filme “Vidas em Jogo” filme do diretor David Fincher, mesmo cara que fez "Seven", "Clube da Luta"blá blá blá, onde haja exposição de informações importantes para que o espectador entenda o motivo real da historia, isso é claro sem que ele saiba ou... Sinta que está sendo explicado, que ele entenda as informações de forma sucinta.

Vamos ser curtos e grossos!!! Para que quem estiver vendo o filme pensem que já sabiam o que ia acontecer, para que eles pensem ser os conhecedores da vida das personagens, blá blá blá , quando na realidade é a própria personagem quem está lhe dizendo...”veja bem...” ahahahahaha “eu fui um drogado, eu perdi meu pai, ele se matou quando eu era criancinha e ainda tenho muitos traumas...” ahahahahahaha é por aí...

Minha resposta:

Podemos ver claramente exposição de informações importantes para o entendimento de todo filme a partir da seqüência onde Nicolas [Michael Douglas] janta com o irmão Conrad [Sean Pen] e esse comenta sobre não lembrar o quão é chique o lugar e por já ter freqüentado não para comer e sim para comprar drogas ao maitre. Com isso pode-se ter noção do tom repreensivo de Nicolas para sua falta de responsabilidade com estudos enfim. Pergunta se ele está bem e Conrad responde positivamente e expõem que ele é que está preocupado com o irmão pelo fato de ter muito tempo que não se vêem, desde a morte da mãe. Com isso o espectador fica ciente de que Conrad teve sérios problemas com envolvimentos com drogas, não fez faculdade e vive uma vida de “bom vivant”. Nicolas pergunta o que ele quer por suspeitar das reais intenções do irmão, isso é o que a personagem nos passa, confirmando um aparecimento repentino no caso insinuando que Conrad só aparece para pedir algo ou por está em apuros. Conrad fala que estava numa praia se divertindo e aí lembra que era dia do aniversario de Nicolas por isso resolve vê-lo.

Conrad pergunta por Elizabeth e Nicolas diz que se divorciou e que a “ex” - sempre em tom de ressentimento e de forma rancorosa comenta: que já está casada com um outro homem, fazendo pouco caso da profissão do atual marido da ex esposa, quando fala se é ginecologista, pediatra ou ginecologista-pediatra, que tem um filho e está esperando mais um filho, com esse comentário a forma como ele é passado deduz-se que não ter filhos foi ou seria um motivos para o divorcio.

Então Conrad lhe entrega um cartão de aniversário no qual dentro há um outro cartão da “CRS – Serviços de Recreação ao Consumidor” e faz o seguinte comentário: “... o que vou dar para um homem que tem tudo?...”; sabe - se que ele não precisava de nada, mas precisava se divertir, por ser o magnata bem sucedido e pessoa respeitada. Isso fica claro na cena em Conrad acende um cigarro e Nicolas o repreende perguntando se ele não havia deixado de fumar e que era proibido fumar no local e Conrad responde ter tentado e que estava fazendo aquilo por está com ele, e Nicolas enfaticamente responde que é crime fumar em restaurantes na Califórnia.

Nicolas fita o cartão dado pelo irmão, retruca o que está escrito no cartão e Conrad pede para que prometa que vai ligar, Nicolas comenta não precisar “daquele” tipo de diversão, ficando claro o “pré” conceito de Nicolas ao presente do irmão. Acredita ser um cartão de agência de acompanhantes, mas pela insistência do irmão esclarecendo de que não se trata desse tipo de serviços e sim um outro tipo de diversão; ele concorda e afirma que positivamente que vai ligar, enfim utilizar o presente.

Na seqüência Nicolas no percurso de ida para casa e assim que vai se aproximando, cenas de lembranças de sua infância em flash nos mostram o dia em que chegava a casa quando criança e ele vê seu pai no telhado, nesse momento sabemos que esse percurso no caso a volta para casa lhe traz recordações e que elas foram marcantes; corta a cena e quando retorna já está á porta de sua residência, entrando em casa quando sua empregada - Ilsa está de saída, comentando ter visto o irmão, ela pergunta sobre Conrad manda lembranças, agora sabemos que ela conhece o irmão dele mesmo ele não freqüentando a casa e após a resposta o deseja feliz aniversario do qual recebe um “boa noite” de forma seca.

Já dentro de casa, sentado no sofá vendo um noticiário na TV o telefone toca, ele ver as horas e atende falando o nome da pessoa sabendo com quem está falando, é sua ex-esposa – Elizabeth. Atende falando sobre as horas que ela quase não consegue ligar a tempo, ela pergunta como ele está se sentindo, responde que está bem, que é “só mais um aniversário”; ela então comenta por lembrar do acontecido com o pai dele também. Ele concorda, então é exposto que além de ser aniversario de 48 anos algo de muito importante também aconteceu com o pai dele naquela idade, eles se despedem com ele grosseiramente encerrando o papo e desligando o telefone.

Ele olha para o bolso da camisa tira o cartão da CRS – Serviços de Recreação ao Consumidor fita alguns segundos recosta a cabeça e fecha os olhos, continua a seqüência de lembranças em flash da infância só que agora ele vê o pai se jogando do telhado e fecha a cena com a visão do pai morto no chão. Nessa cena fecha o raciocínio e confirma todas as pistas que vinham sendo dadas desde o inicio do filme sobre algo ou algum acontecimento marcante da infância da personagem e justamente durante uma festa de aniversário.

Com essas informações temos a explicação para os problemas com drogas e psiquiátricos do irmão Conrad, da provável dificuldade em lidar com a situação de ter uma família e filhos motivo que o levou ao divorcio, da sua obsessão por trabalho apesar de ser muito rico e faz questão de trabalhar um “workahoolic” e do próprio “presente de grego” do irmão.

Concluindo o passaporte para “O jogo”, nada mais é que uma declaração, um aviso de que Nicolas precisa se divertir esquecer os traumas e não os deixar dominarem o sentido da vida dele; essa é toda a temática, a intenção na qual transcorre o filme, fazer com que Nicolas reflita sobre si e sua vida, o que realmente vale a pena sacrificar para ser e como ser feliz.

Que nota será que vou tirar nessa avaliação?!?!

Depois eu posto o outro texto da primeira questão que é sobre os pontos de virada do filme “Tropa de Elite”, não posto agora por que não sei onde está hehehehe e também, fala sério é febre!!! Tudo e todo mundo anda no clima “tropa de elite” já estou de saco cheio e olha que nem saco tenho!!!!

Caraca lembrei agora...

Vão acabar me colocando no saco, ahahahahahahahahahaha

Não está mais aqui quem falou... fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii