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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Projeto: ‘meu defunto preferido’.


Estou no meio de um processo para definição de uma tatoo, já sei o que quero, ‘caveiras mexicanas’, sim!
Caveiras no plural... Com que me falta além dão desenho perfeito e dinheiro?!
NADA!! Rsrs
Agora como é de praxe, alguém me pergunta: ‘porque caveiras mexicanas?’
Sempre tem que haver um por quê? Ou uma historinha para contar?
A minha primeira tatoo a Severina foi por acaso... vi a imagem na panturrilha de uma garota num show em SSA e meses depois por acaso vi a foto numa revista... algumas modificações feitas pelo tatuador e voalá Severina vai me acompanhar até o além...




Ahh o projeto ‘meu morto preferido’ é por conta da origem do simbolismo da ‘caveira mexicana’ ... Como uma coisa leva a outra essa pode ser a história sobre tatoo q você tanto queria ouvir?!
Para cada caveira um ‘muerto’ na minha contabilidade são três por enquanto... hahahaha
Não necessariamente desencarnados e muito menos com sentido pejorativo... Digo isso por acreditar que para uma pessoa morrer não precisa ir para o além, inferno, purgatório ou paraíso, basta deixa de existir na nossa vida e seja qual for essa morte, espiritual, física, virtual ou ocasionalmente temporal. Assim meus ‘muertos’ estão sempre vivos e comigo.
Entonces ao piolhar na internet acabei por encontrar essas explicações básicas para o conceito...
Além de algumas imagens possíveis candidatas.



No México, o Dia dos Mortos é uma celebração de origem indígena, que honra os defuntos no dia 2 de novembro. Começa no dia 31 de outubro e coincide com as tradições católicas do Dia dos Fiéis Defuntos e o Dia de Todos os Santos. Além do México, também é celebrada em outros países da América Central e em algumas regiões dos Estados Unidos, onde a população mexicana é grande. A UNESCO declarou-a como Patrimônio da Humanidade.
As origens da celebração no México são anteriores à chegada dos espanhóis. Há relatos que os astecas, maias, purépechas, náuatles e totonacas praticavam este culto. Os rituais que celebram a vida dos ancestrais se realizavam nestas civilizações pelo menos há três mil anos. Na era pré-hispânica era comum a prática de conservar os crânios como troféus, e mostrá-los durante os rituais que celebravam a morte e o renascimento.
O festival que se tornou o Dia dos Mortos era comemorado no nono mês do calendário solar asteca, por volta do início de agosto, e era celebrado por um mês completo. As festividades eram presididas pela deusa Mictecacíhuatl, conhecida como a "Dama da Morte" (do espanhol: Dama de la Muerte) - atualmente relacionada à La Catrina, personagem de José Guadalupe Posada - e esposa de Mictlantecuhtli, senhor do reino dos mortos. As festividades eram dedicadas às crianças e aos parentes falecidos.
É uma das festas mexicanas mais animadas, pois, segundo dizem, os mortos vêm visitar seus parentes. Ela é festejada com comida, bolos, festa, música e doces preferidos dos mortos, os preferidos das crianças são as caveirinhas de açúcar.

Símbolos
Caveira dos Dia dos Mortos feita com açúcar, chocolate, e amaranto

Caveiras de doce. Têm escritos os nomes dos defuntos (ou em alguns casos de pessoas vivas, em forma de brincadeira que não ofende em particular o aludido) na frente. São consumidas por parentes e amigos.














Pan de muerto (pão de morto), comida típica do feriado.

 Pan de muerto (do espanhol: pão de morto). Prato especial do Dia dos Mortos. É um pão doce enfeitado com diferentes figuras, desde simples formas redondas até crânios, adornados com figuras do mesmo pão em forma de osso polvilhado com açúcar.



 
Fonte: Wikipédia